Mulheres jogadoras têm vida sexual mais activa

A conclusão é de um estudo britânico, baseado nos testemunhos de várias mulheres.

Segundo uma pesquisa da maior empresa de aluguer de jogos no Reino Unido, a Gametart, as mulheres que têm por hábito jogar videojogos têm uma vida sexual mais activa. A conclusão partiu de um estudo baseado nos hábitos de vida de cerca de 200 mulheres.

Deste universo, aquelas que se declaram adeptas dos videojogos disseram praticar sexo com mais frequência: cerca de 4,3 vezes por semana. No caso das não jogadoras, a média é de 3,2, apurou a pesquisa. Leia o resto deste artigo »

Vendas do Mac crescem 31% contra os 5,3% dos PC´s

A participação dos computadores Macintosh no mercado francês aumentou de 2,6% no quarto trimestre de 2005, para 3,3% no mesmo período de 2006, o melhor resultado dos computadores da Apple naquele país desde o início de 2002.

Segundo o site MacGeneration, o crescimento médio na venda de Mac´s, comparados os dois períodos, foi de 31%, abrindo espaço na França mais rápido que que o crescimento médio da indústria do PC, que registou um aumento de apenas 5,3%.

A empresa de Steve Jobs apresenta melhores resultados no mercado francês do que a média na Europa, onde, juntamente com o Médio Oriente e o continente africano, o crescimento no quarto trimestre de 2006 foi de apenas 2,1%.
in d.d

PC e telefone fixo perto do fim

Um estudo da Deloitte que traça as tendências de evolução das tecnologias para 2007 revela que o final dos computadores pode estar para breve.

Num futuro próximo, os computadores pessoais tradicionais (PC) vão ser gradualmente substituídos por dispositivos mais pequenos para aceder à Internet, e a biometria (sistema de leitura da irís ou das impressões digitais) vai tornar desnecessário decorar palavras-passe e PIN.
Estas são algumas das conclusões de um estudo da consultora Deloitte sobre as principais tendências de 2007 nas áreas das tecnologias de informação, media e telecomunicações (TMT).

A pesquisa revela ainda que este ano deverá ficar marcado por uma maior aposta em tecnologia “amiga do ambiente” e em produtos electrónicos mais simples.
A consultora refere também que as empresas tecnológicas se devem centrar no desenvolvimento de interfaces e soluções que facilitem a utilização dos seus produtos, frisando que o bom estado de cerca de metade dos equipamentos de electrónica de consumo devolvidos revela que, muitas vezes, os utilizadores têm dificuldades em usá-los.

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